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Reciclar

As lixeiras para a coleta seletiva são coloridas e padronizadas internacionalmente, o que facilita a identificação por qualquer cidadão em qualquer cidade do mundo.
 
     
 

Por que reciclar?

A segregação de materiais do lixo tem como objetivo principal a reciclagem de seus componentes. Reciclagem é o resultado de uma série de atividades, pela qual materiais que se tornariam lixo, ou estão no lixo, são desviados, coletados, separados e processados para serem usados como matéria-prima na manufatura de novos produtos.

A reciclagem pode trazer vários benefícios:
• diminuição da quantidade de lixo a ser aterrada;
• preservação de recursos naturais;
• economia de energia;
• diminuição de impactos ambientais;
• novos negócios;
• geração de empregos diretos e indiretos;

Importante:
A reciclagem é uma atividade econômica que deve fazer parte de um conjunto de ações integradas que visam um melhor gerenciamento do lixo.

 

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Estatísticas

Reciclando materiais você pode garantir ótimos resultados para o mundo e para seu bolso. Veja na tabela abaixo como reciclar pode fazer a diferença.

Material Reciclado
Preservação
Decomposição
1.000 kg de papel
Evita o corte de 22 árvores, consome 71% menos energia elétrica e polui 74% menos do que sua fabricação. 1 a 3 meses
1.000 kg de plástico Evita a extração de 130 quilos de petróleo. 200 a 450 anos
1.000 kg de alumínio Evita a extração de 5.000 quilos de minério 100 a 500 anos
1.000 kg de vidro Evita a extração de1.300 quilos de areia e gasta 70% menos energia do que sua fabricação. 4.000 anos

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Sobre o petróleo:

• Podemos afirmar que se gasta meio barril de petróleo, ou seja 84,5 litros, para fazer um pneu de transporte. Está é uma medida universal. No caso da recapagem, gasta-se menos petróleo, pois consegue-se recauchutar 10 pneus com um barril. O reformado custa 30% do valor de um novo e roda, no mínimo, a mesma quilometragem.

• A cada 1 minuto são extraídas em torno de 6 mil toneladas de petróleo cru do planeta. Ainda existem cerca de 136 bilhões de toneladas que, se o ritmo de extração continuar o mesmo, levarão um pouco mais de 43 anos para se esgotarem. Reciclagem de plástico ganha força no Brasil.


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Reciclagem de plástico ganha força no Brasil

São Paulo - O Brasil já apresenta bons resultados em reciclagem de plásticos, apesar de não ter uma legislação específica sobre o assunto. Segundo estudo que está sendo realizado pela Plastivida, entidade de reciclagem criada pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), diversas regiões do País já reciclam o plástico em proporções semelhantes às observadas na Europa. Levando em conta as regiões analisadas até agora, o Brasil apresenta um índice médio de reciclagem de plástico pós-consumo de 17,4%.

Dados preliminares

O estudo, encomendando à consultoria MaxiQuim, ainda está em andamento e levantou dados referentes a apenas seis regiões. Mesmo assim, os resultados obtidos até agora já permitem traçar um perfil preliminar desse setor no Brasil.
O Estado do Rio Grande do Sul, por exemplo, já recicla 27,6% do plástico pós-consumo,
um número que supera a média europeia de 22% e as taxas observadas em países como Suécia (20%) e Bélgica (26%). Outros Estados também já apresentam índices significativos, como é o caso do Ceará, onde a reciclagem do plástico pós-consumo já chega a 21,4%. No Rio de Janeiro, esse número é de 18,6%, enquanto a região da Grande São Paulo registra 15,8%. Em Minas Gerais a taxa de reciclagem é de 11,6% e, na Bahia, de 9,4%.

Comparação

A assessora técnica da Plastivida, Silvia Rolim, reconhece que os números parecem pouco significativos se comparados à reciclagem de alumínio, por exemplo, que se aproxima de 90%. No entanto, ela afirma que, em comparação a países marcados por forte cultura ambientalista e por legislações específicas, a força da reciclagem de plástico brasileira fica aparente. "O índice de 17,4% apurado até agora pode parecer pequeno à primeira vista. Mas a comparação com a média europeia mostra que o País apresenta ótimos níveis de reciclagem do plástico", afirmou Silvia.

Sem legislação

"É preciso lembrar que, diferente do que acontece na Europa, o Brasil não tem uma legislação que obrigue a indústria a reciclar. O que foi alcançado até agora é resultado de um esforço espontâneo das empresas", afirmou Silvia. No Brasil, a legislação em torno do assunto é inexistente e o grau de conscientização da população ainda é limitado, segundo Silvia. De acordo com ela, parte do esforço de reciclagem também tem sua origem nas dificuldades econômicas, já que catadores encontram nessa atividade uma forma de contornar o desemprego e garantir fonte de renda alternativa.

Texto de Clarissa Oliveira

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Tipos de Resíduos:


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